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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Dor em câmera lenta: os piores tombos de skate




Um vídeo publicado no YouTube pelo usuário ashomsky serve como um verdadeiro estudo para skatistas que não conseguem realizar direito uma manobra. Usando uma supercâmera Redlake N3, foram captadas imagens com velocidades entre 500 a 1000 quadros por segundo de diversas pessoas se acidentando enquanto praticam o esporte.

Mais do que pelas quedas em si, o vídeo surpreende pela possibilidade de ver exatamente o momento em que uma manobra deu errado. Além disso, é interessante observar o impacto que as quedas provocam no corpo dos skatistas, com direito a ondas de choque se propagando pela pele quando há o contato com o solo.

A produção mostra o quanto a tecnologia das supercâmeras pode ser útil para estudar movimentos que costumam acontecer em poucas frações de segundo. Além, é claro, de servir como um alerta para o uso de acessórios de proteção durante a prática de exercícios potencialmente perigosos para quem não domina as técnicas utilizadas.

Créditos: Baixaki

sexta-feira, 1 de julho de 2011

terça-feira, 19 de abril de 2011

Um aparelho dentário com luzes LED


Quem fugia dos aparelhos dentários quando era criança, poderia dar uma outra chance para o dentista se pudesse colocar um aparelho tão diferente quanto este.

sábado, 9 de abril de 2011

Comercial do YouTube coloca internauta dentro de festa virtual!


 
(Fonte da imagem: Reprodução vídeo Desperados)

O YouTube tem se tornado uma importante ferramenta de publicidade nos últimos anos. A marca francesa Desperados, uma cerveja aromatizada com tequila, aproveitou todos os recursos do serviço de vídeos da Google para criar um comercial totalmente interativo. Clique aqui para acessar a página do anúncio.
Para começar a interação, o usuário precisa fornecer a data de nascimento, o país de origem e o gênero das pessoas com quem gostaria de festejar. Após inserir esses dados, basta clicar no botão “Enter” para entrar na festa.
 
(Fonte da imagem: Reprodução vídeo Desperados)

Após cumprimentar alguns amigos e receber uma garrafa da cerveja com tequila, o internauta se vê em uma sala que sofre algumas trepidações, chegando a rachar a parede. Em mais um momento interativo, o usuário deve usar a linha temporal do painel de controle do YouTube para quebrar a parede e descobrir uma festa ainda maior.
Todo o processo interativo, efeitos visuais que extrapolam o player do site e esboços de efeitos sonoros tridimensionais prendem completamente a atenção do internauta. É possível compartilhar o vídeo por meio da sua conta no Facebook ou Twitter.


Fonte: Baixaki





Náa_Rawr

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A evolução do Google Chrome!




Quanto um navegador pode mudar em menos de três anos? O Google Chrome tem provado que esse período é suficiente para uma série de aperfeiçoamentos que podem tornar a experiência dos internautas mais rápida e agradável.
O browser desenvolvido pela Google chegou ao mercado em 2008, com a promessa de ser mais veloz e intuitivo do que a concorrência. O resultado dos investimentos da gigante de Mountain View foi bem recebido pelos usuários.
Depois de 16 meses do seu anúncio oficial, o Chrome já detinha 4,63% do mercado de navegadores – marca não alcançada por browsers bem mais antigos, como o Opera, criado em 1994. Desde então, o produto da Google não parou de crescer.
De acordo com estudo da Net Marketshare, entre maio de 2010 e março de 2011, ele saltou de 7,04% para 11,57% do total das pessoas conectadas no planeta. Outras pesquisas apontam que sua atuação é ainda maior, tendo participação em 13,89% dos acessos à internet.
O Chrome também caiu no gosto dos brasileiros, conquistando mais de 18% do mercado nacional – segundo levantamento do serviço StatCounter, no período de março de 2010 ao mesmo mês de 2011. Esse valor começa a incomodar o Mozilla Firefox, que vê seu adversário se aproximando cada vez mais pelo retrovisor!
A importância que o Chrome vem ganhando já reflete nos acessos do Tecmundo. No mês passado, 32,89% dos leitores usaram esse browser para conferir nossos artigos e notícias – ficando atrás apenas do Firefox com 33,69%. Isso revela que a atuação do navegador da Google continua crescendo e tem um grande potencial no Brasil.

Nasce mais um produto da Google

O Google Chrome teve sua versão Beta anunciada no dia 2 de setembro de 2008 com a divulgação de uma história em quadrinhos. A empresa resolveu desenvolver o seu navegador por entender que os browsers existentes não acompanhavam a evolução da internet.
 (Fonte da imagem: Reprodução página do Google Chrome)
Para a Google, os produtos da época foram criados para operar com páginas repletas de texto – característica que deixara de ser uma realidade. Os usuários já usavam a internet para ouvir música, assistir a vídeos, bater papo com amigos e familiares ou jogar games online. Em palavras mais contundentes, para a multinacional, os navegadores eram retrógrados e não satisfaziam as necessidades dos internautas.
A criação do Chrome levou em consideração o novo cenário da web, bem mais interativa e dinâmica que na época em que seus concorrentes haviam sido criados. O projeto do navegador foi elaborado com foco em velocidade, estabilidade e segurança.
Para isso, os programadores e engenheiros da Google adotaram duas tecnologias inovadoras: o Webkit (motor de renderização baseado no KHTML) e o V8 (recurso responsável por rodar o JavaScript com maior rapidez). A combinação dessas ferramentas é que tornou o carregamento e processamento das páginas mais velozes no Chrome.
Outro diferencial desse navegador foi o mecanismo para manter as abas em execução. Cada site ou serviço é mantido em operação independente, como se cada aplicação aberta estivesse em uma caixa separada. Assim, caso aconteça algum problema com uma das páginas visitadas, as outras não são afetadas – um método de estabilidade pouco explorado pelos navegadores na época.
Esse mesmo conceito de operações independentes oferece maior segurança ao internauta, isso porque as aplicações em execução não podem se comunicar, evitando o vazamento de dados e a ação maliciosa de pragas virtuais de uma aba para outra.
Aliado a tudo isso, o Chrome recebeu uma interface simples, mas que oferecia um visual mais limpo e compacto da área de navegação – aparência bem diferente do Internet Explorer 7 com suas largas barras de ferramentas e de título.

Os primeiros passos

Logo em sua versão de teste, o Chrome já surpreendeu. Em benchmarks realizados com sua JavaScript Virtual Machine, o navegador obteve a impressionante marca de 47 ms, sendo seguido pelo Firefox 3.0, com 293 ms; Opera 9.52, com 304 ms; e Internet Explorer 7, com 1082 ms.
Na primeira leva de atualizações, em dezembro de 2008, o browser da Google ganhou um gerenciador de favoritos e marcadores e uma poderosa ferramenta para o controle da privacidade de navegação. Inúmeras correções de falhas precisaram ser feitas, como a incompatibilidade com servidores de email e o erro de integração com o Windows Vista.
 (Fonte da imagem: Divulgação/Google)
No primeiro semestre do ano seguinte, o navegador chegou a sua segunda versão. Entre as principais modificações implementadas, estão o suporte para o recurso de autocompletar na barra de endereço, a exibição de tela cheia (o botão de atalho é o F11) e o aprimoramento das abas – oferecendo ao usuário a possibilidade de remover ícones e thumbnails (imagens em miniaturas).
Em setembro de 2009, foi lançado o Chrome 3.0. A versão ganhou novos motores de processamento em HTML e Java, resultando no aumento de 25% na velocidade em relação ao modelo anterior. Nessa versão, a Google esboça seu interesse no HTML5 adotando um suporte para a tecnologia. A personalização do browser com temas dos mais diversos estilos é outro recurso que chamou atenção nesse lançamento.

Entrando na briga, para valer!

Na transição da terceira para a quarta versão é que o Google Chrome mostrou para que veio. Conforme citado anteriormente, em pouquíssimo tempo de existência o navegador conseguiu atingir marcas expressivas. Em janeiro de 2010, o browser da gigante de Mountain View já assumia a terceira colocação na “corrida dos navegadores”.
No dia 25 desse mesmo mês, a multinacional liberou a quarta versão do aplicativo. O programa ganhou a sincronização dos favoritos e o suporte para extensões, além de uma infinidade de correções de falhas de segurança. A possibilidade de instalar complementos no navegador, assim como acontecia no Firefox, colocou o Chrome mais uma vez em destaque.

A quinta versão do navegador trouxe um vagão cheio de melhorias. As mais notórias foram o aumento de velocidade no processamento do JavaScript, a adoção de novos recursos em HTML5 (como a reformulação do gerenciador de favoritos), o controle de ativação dos plugins no modo privado de navegação, a integração com o Adobe Flash Player e o suporte para recursos de geolocalização.

Renovação no visual e na integração

O Google Chrome 6.0 incorporou ao sistema de sincronização as extensões e formulários de autopreenchimento. Todavia, o que mais chamou atenção foi a renovação na interface gráfica. O navegador trocou os tons de azul pelo cinza (sem falar no aumento de transparência), os botões de atualizar e parar foram “fundidos” e os menus perderam suas bordas. A aparência minimalista do Chrome roubou a cena e o ajudou a abocanhar mais uma fatia do mercado.
A sétima e a oitava atualizações trouxeram ao navegador da Google um recurso para realizar upload de diretórios inteiros para sites ou serviços online, um visualizador próprio para documentos em PDF, uma atualização para o analisador de HTML5 e o suporte para sua loja online de aplicativos, a Chrome Web Store.

Depois de um ano de muito trabalho para os desenvolvedores da Google, o Chrome se consolidou – de uma vez por todas – como um dos principais navegadores da história.

Um novo ano, uma nova versão

O ano de 2011 mal havia começado e a Google já anunciava mais uma atualização do seu browser. No início de fevereiro, o Chrome chegou a sua nona versão em ritmo acelerado. A adoção de um renderizador gráfico, com aceleração via hardware para exibir imagens tridimensionais na web, chamado WebGL, lançou novamente o Chrome na frente da concorrência.

Outra novidade apresentada nessa versão foi o Chrome Instant – ferramenta que permite a visualização do site enquanto se digita a URL. Em crescimento constante, o browser da Google começa a incomodar os adversários Firefox e Internet Explorer, alcançando entre 11% e 14% do mercado mundial.
Enfim, chegamos à atual versão do Chrome. A atualização mais recente do browser recebeu um novo modelo do V8, a página de configurações agora abre em uma nova aba (em vez de caixas de diálogos) e, depois de muitas reclamações referentes a falhas de segurança, um sandbox (clique aqui para saber o que representa esse termo) para o Adobe Flash.

Mais uma versão engatilhada

Nessa disputa acirrada pelo mercado de navegadores, a Google já tem uma bala na agulha com o Chrome 12 Beta, já disponível para download no Baixaki. A multinacional não tem limites de velocidade: com a reformulação do V8 (motor JavaScript) o navegador deve ter uma performance 66% mais rápida.
Caso sua máquina tenha uma placa de vídeo avantajada, você terá redução de até 80% do uso da CPU, graças à função de aceleração que se integra à placa gráfica. Essa notícia é extremamente pertinente para usuários de computadores portáteis, já que o novo recurso pode poupar energia.

No embalo da tecnologia 3D, a multinacional implementou uma ferramenta de aceleração gráfica tridimensional por meio do CSS, a qual permite que desenvolvedores criem efeitos em três dimensões em uma página da internet com mais facilidade.
A página de configurações recebeu um novo layout, tornando-se muito parecida com um site – incluindo campo de pesquisa. O suporte para aplicativos integrados ao HTML5 (como o API speech input) possibilita a transcrição de voz em texto. Ao enviar sinal de voz pelo microfone, os servidores da empresa transcrevem o áudio em texto e o exibem na tela do navegador.
A funcionalidade de seleção múltipla de abas é outro recurso que pode ter grande utilidade no dia a dia dos internautas. Ao que tudo indica, o browser ainda tem muita coisa a oferecer aos seus usuários.


Fonte: Baixaki





Náa_Rawr

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Jaqueta-conceito permite controlar reprodutores de música com gestos.


Zip permite controle de áudio por meio de movimentos. Fonte da imagem: Divulgação / Electricfoxy
Zip permite controle de áudio por meio de movimentos. Fonte da imagem: Divulgação / Electricfoxy
Electricfoxy desenvolveu a Zip, uma jaqueta especial, por meio da qual é possível controlar a reprodução de dispositivos portáteis de música. Você mexe o zíper e o volume aumenta ou diminui, tudo de modo muito prático e sem precisar tocar no aparelho.
A empresa acredita na tecnologia que pode ser vestida e trabalhou firme na criação de uma jaqueta com um belo corte e integrada com circuitos macios e flexíveis, o que permite o uso da roupa sem prejuízo nos movimentos. A Zip se parece com uma vestimenta convencional e, caso suja, pode ser lavada normalmente.
No site oficial da Zip você encontra informações mais detalhadas sobre o processo de construção.


Fonte: Baixaki




Náa_Rawr

Androcell, a mochila-conceito multimídia.


Androcell: a mochila-conceito multimídia
Fonte da imagem: Karan Singh Gandhi
O designer singapuriano Karan Singh Gandhi desenvolveu um projeto que pretende convergir a utilização de dispositivos multimídia com a necessidade de carregá-los para onde você for. Assim surgiu a Androcell, uma mochila de design ultramoderno, composta por materiais inovadores e orgânicos e capaz de reproduzir conteúdo audiovisual.

A mochila do futuro contaria com entradas USB e telas sensíveis ao toque para exibição e seleção de conteúdo. Assim você carregaria seus arquivos de música e filmes todos nas costas, para acessá-los rapidamente a qualquer instante. Para quem gosta de personalização, a Androcell viria revestida por E-Paper, um papel eletrônico que permite customização não definitiva.

O acessório seria interessante também para ciclistas, pois emite luz e facilita ser visto por motoristas de carros em locais escuros. A personalização também está por aqui: os usuários definem a cor das luzes emitidas pela mochila.

A transferência de arquivos seria feita via remoto ou conexão USB. Se você quer compartilhar sua música com outros ouvintes, bastaria ativar os alto-falantes da Androcell e deixar que todos escutem o mesmo que você. Por fim, como último recurso marcante dessa mochila-conceito, tecidos que resistem à luz solar e garantem uma maior sobrevida dos dispositivos eletrônicos.


Fonte: Baixaki





Náa_Rawr

Rolltop: o computador dobrável.


Há um ano você conheceu o “Laptop do futuro”, um notebook-conceito alemão que podia ser enrolado e levado para qualquer lugar sem problemas. Grande apelo estético acompanhado de ótimos recursos técnicos, este computador era o Rolltop, que, mesmo sendo conceito, acaba de ganhar uma atualização.
Ele se assemelha a um pincel em forma de rolo quando está dobrado. Para assumir esta forma, ele precisa ser enrolado tal qual este tipo de pincel. Quando desenrolado, o Rolltop oferece uma tela com um bom tamanho, de 17 polegadas, e sensível ao toque.
O núcleo, onde o computador é enrolado, conta com uma fonte de energia, alto-falante, webcam, portas USB e muito mais. Mais informações você encontra no site oficial do Rolltop.


Fonte: Baixaki - 18 de Março de 2011


Agora eu lhes pergunto, vocês ainda acham que no futuro não haverá carros voadores e ET's perambulando por aí e sendo nossos amigos?
Caros leitores, o futuro está mais próximo do que você imagina!


Náa_Rawr

Conceito transforma passos de pedrestes em energia.



Visual do novo conceito de energia
Fonte da imagem: Yanko Design
Uma proposta conceitual desenvolvida por três estudantes de design visa transformar a energia gerada pelos passos dos pedestres numa via pública em eletricidade. A proposta é que as ruas sejam iluminadas utilizando esse tipo de energia.
Segundo Ian Jaye, Jovan Popovic e Patrick Houin, o método utilizaria uma tecnologia chamada piezoeletricidade, que transforma vibrações em eletricidade. Colocada sob a calçada, a camada intermediária seria a responsável por captar as vibrações, interpretando-as e convertendo-as em energia. 
O projeto, ao menos por enquanto, existe apenas no papel, mas a equipe que o desenvolveu garante que há viabilidade técnica para implantação. Contudo, nenhuma grande empresa demonstrou interesse de colocar um protótipo em prática ainda.


Fonte: Baixaki

Náa_Rawr

Telefone conceitual dobrável e com design compacto


Fonte da imagem: Yanko Design
O designer Baek Kil Hyun desenvolveu um novo conceito de celular que, se não é exatamente o futuro dos dispositivos, ao menos se destaca pela originalidade. Dispondo de diversas telas sensíveis ao toque, o dispositivo pode ser dobrado, assim como uma agenda pra facilitar o acesso às suas funções.
A invenção pode ser usada de diversas formas, permitindo que o usuário tenha controle total sobre quais funções são mostradas. Seja para operar com diversos aplicativos simultâneos ou simplesmente receber ligações, o smartphone se dobra em vários sentidos para permitir a melhor experiência de uso possível.
O conceito é uma tentativa de promover uma mistura entre a portabilidade de um smartphone e o espaço de tela disponível nos tablets. Porém, apesar de ser uma ideia interessante, não há nenhuma previsão de que vejamos algum aparelho do tipo à venda em algum momento do futuro próximo.


Fonte: Baixaki



Náa_Rawr

Hacker que desbloqueou o PS3 tem planos para aniquilar o Orkut




Para muitos, um herói. Para outros, o inimigo “número um” dos video games. George Hotz, também conhecido como GeoHot, é um dos hackers mais famosos dos últimos anos, atingindo esse posto após desbloquear um dos sistemas mais “lacrados” de todos os tempos: o PlayStation 3.
George Hotz em disputas frequentes com a Sony
Fonte da imagem: George Hotz
Liberando os sistemas a rodarem jogos não originais, a alteração prejudica a Sony (empresa fabricante do PlayStation) e todas as produtoras e desenvolvedoras de games associadas. Ele também é conhecido por ter desbloqueado o iPhone, criando jailbreaks para várias versões do sistema operacional portátil da Apple.


Disputas judiciais

Nem todas as suas ações repercutiram tanto quanto o desbloqueio dos PlayStation. Isso porque a Sony luta com todas as forças para manter o seu sistema sem alterações (desautorizadas) de qualquer tipo. Hoje, a empresa japonesa está com vários processos contra o hacker norte-americano.
São ações relacionadas a quebra de patentes e desacordo com os contratos de licenciamento. A primeira vitória da Sony foi uma ordem de restrição para Hotz, que ficou proibido de mencionar os nomes “Sony” e “PlayStation” ou divulgar versões modificadas de softwares em qualquer meio digital, o que inclui fóruns, sites, redes sociais e vídeos.
Não respeitando a decisão da justiça, em fevereiro deste ano Hotz publicou um vídeo no YouTube para desafiar a Sony. No vídeo, ele canta um rap próprio, no qual solta algumas ofensas contra a empresa. Entre as frases de maior impacto, estavam: “Cry to your uncle Sam” e “I’m the personification of freedom to y’all”.
A primeira delas diz para a Sony ir “chorar com o Tio Sam” (apelido dos Estados Unidos) e, na segunda, ele se declara a personificação da liberdade para todos. Há também várias outras frases que são um pouco pesadas para que sejam colocadas neste artigo.


A fuga para a América Latina

GeoHot foi obrigado pela justiça norte-americana a entregar todos os seus eletrônicos (incluindo discos rígidos e video games) à Sony. E apesar de todas as frases de efeito, quando isso ocorreu, Hotz não resistiu à pressão e decidiu fugir para a América Latina. Há várias fontes internacionais que confirmam a fuga para a Argentina.
Uma destas fontes é uma declaração da Sony. Quando a SCEA (Sony Computer Entertainment of America) pediu os discos rígidos do hacker, o advogado dele informou que ele não poderia responder aos pedidos naquele momento, já que estava na América Latina. Inicialmente na Argentina, não demorou para que George Hotz encontrasse formas de fugir para outro país – o Brasil.


Encontrando abrigo no Brasil

Após duas semanas em Buenos Aires, George Hotz foi contatado por um grupo de hackers, que ofereceu asilo para ele em uma cidade metropolitana do Rio de Janeiro. O Tecmundo conseguiu contato com GeoHot e divulga agora uma entrevista exclusiva – já traduzida – realizada na última quarta-feira.


Tecmundo: George Hotz, o que levou você a buscar maneiras de burlar o sistema do PlayStation com tanto afinco?


GeoHot: Assim como aconteceu com o iPhone, o PlayStation 3 é um verdadeiro aprisionador dos usuários. Nós já pagamos uma boa quantia de dólares por eles; o mínimo que podemos esperar é que tenhamos liberdade para usá-los da maneira que quisermos.


TM: Então as suas modificações nos sistemas visam apenas o bem dos usuários?


GH: O que realmente me move é a vontade de mostrar que os usuários podem ser maiores do que as empresas. E não o contrário.


TM: Você reconhece sua culpa perante a lei norte-americana?


GH: Sei que a justiça dos Estados Unidos não é voltada ao consumidor, mas sim aos empresários. Também conheço os contratos do PlayStation e posso garantir que nunca burlei nenhum deles, porque nunca assinei nenhum deles.


TM: Mas o contrato da Sony diz que, se não concordar com os termos nele inscritos, você não é autorizado a utilizar os sistemas da marca.


GH: Não me lembro de ter lido isso!


TM: Mudando de assunto. Por que escolheu o Brasil?


GH: Eu estava na Argentina para esfriar a cabeça, então surgiu um convite de alguns hackers brasileiros. A oferta foi tentadora, porque aqui eu poderia libertar muito mais os usuários. Não apenas das garras da Sony, como também das opressões tributárias, que fazem os jogos serem muito mais caros do que valem. Aqui o desbloqueio dos sistemas possui uma razão a mais.


TM: E qual o próximo passo?


GH: Depois de disseminar os desbloqueios do PS3, vou lutar para libertar os brasileiros de uma outra praga.


TM: Qual?


GH: O Orkut.


TM: Por que você diz que ele é uma praga?


GH: Uma rede social que aprisiona a alma dos usuários não pode ser algo bom. Li alguns estudos sobre o perfil do usuário do Orkut e vi que, no Brasil, esta rede social é mais nociva do que muitas drogas.
TM: Prossiga.


GH: Os adolescentes voltam da escola e acessam o Orkut em vez de estudarem. E isso é só um dos mil exemplos. Preparem-se, porque em breve vocês verão o Orkut sendo aniquilado.


TM: Aniquilado?


GH: Exatamente. Falhas serão expostas e servidores serão derrubados. A Google vai aprender que a internet serve para libertar, não para prender.



Orkut: o próximo alvo

Como dito na entrevista, pelo próprio George Hotz, em breve o Orkut será atacado de uma maneira jamais vista anteriormente. O Tecmundo sugere que, para sua segurança, senhas sejam trocadas e dados muito confidenciais sejam retirados dos servidores da rede social.
GeoHot em seu quarto, ainda nos EUA
Fonte da imagem: George Hotz
Podemos garantir também que a Google já está trabalhando em maneiras de evitar que GeoHot utilize seus dotes de hacker para atacar o Orkut. Sabemos também que os principais objetivos do hacker são relacionados à “libertação” dos usuários, por isso esses ataques não devem ser nocivos a quem utiliza o Orkut.

Artigo copiado de uma matéria do Baixaki.


Agora, voltando pra internet sem hackers... Preparem-se, pois a internet está pra acabar!
HAHAHAHA'
-brincadeirinha! Deus me livre da internet acabar! D:



Náa_Rawr